Eu nunca dei trabalho para dormir. Aliás, trabalho aqui em casa –e é assim até hoje- é para acordar. No auge dos anos oitenta, durante a minha infância, eu dormia em buteco, na moto do meu pai, na praia com minha mãe, na rede… Era só juntar duas cadeirinhas ou me deixar dentro do carro (naquela época era super tranquilo) e eles curtiam a noite sem que eu fosse um problema.
E todo mundo diz que o que é bom deve ser copiado, né?! Então eu e Jarbas sempre levamos nosso “pacotinho” desde meses de vida, para cima e para baixo. O primeiro pediatra de Gabriel (e esse terá, em breve, um post à parte, pois merece!) foi taxativo: vocês devem escolher quem manda na relação, ou vocês ou ele. E isso foi quando Gabi tinha quatro dias de nascido.
E a outra dica: tirando lugares fechados, como shopping e igreja, Gabriel poderia ir com a gente a qualquer canto. Pronto, foi o que precisávamos para sair do pediatra diretamente para uma padaria, naquela fria tarde de junho.
De lá para cá foi assim: nós três, juntos, em casa ou na rua. E assim Gabriel se acostumou a dormir no claro, no barulho, com gente em casa ou no carrinho. Deu sono é arrumar um cantinho e… bons sonhos!
