Baiana de corpo e alma e paulistana por opção. Jornalista, corredora, mãe de dois, esposa, escritora e influenciadora digital. Ligada no 220v, mas amante da preguiça, do vinho, de uma boa cozinha e de Wi-Fi. Viajante de carteirinha: por terra ou por ar, correndo ou pedalando, com os filhos ou sem eles. Mulher, mãe e dona das próprias vontades.

6 Comentários

  1. nadya argôlo
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    Vivi alguns desses momentos e estou feliz pelo seu crescimento como mulher e mãe! Tenho muito orgulho dessa minha filha linda, que me deu um genro maravilhoso e um neto, Gabi, que é a minha paixão. Amo vcs! Beijos

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  2. Mariana Belém
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    Que coisa linda, Nanna!
    Se teve uma coisa boa nessa deprê, nesse trem vindo de frente, foi ver o outro lado do túnel quando ele acabou, foi esse Blog lindo ajudar e acalentar outras pessoas, foi esse post tão lindo…
    Beijos e dá-lhe endorfina!!

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    • DICA DE MÃE
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      Maricota, não é fácil. Mas agora a gente corre, literalmente atrás e não dá trela pra deprê. eu sou meio Poliana, vejo muito o lado bom das coisas. acredito que isso me deu força pra muita coisa na vida. e ver o comentário de mainha, aí em cima só constata isso…. beijoca!!!

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  3. Fabi
    @

    Entendo seu ponto de vista, mas depressão não é desculpa. É problema sério e, para muitas pessoas, precisa de remédio e tratamento fudido, não só endorfina. Não é frescura, desculpa, um boicote comum. Infelizmente. Gostaria que tivesse sido quando eu passei por ela. Beijos, Fabi

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    • DICA DE MÃE
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      Oi Fabi tudo bem?
      Eu sei, em nenhum momento eu disse que nao era serio. Inclusive na minha primeira depressao eu fui medicada. Mas na segunda consegui descobrir em tempo, com os medicos ao meu lado. E consegui reerter o quadro sem precisar de medicação. Mas qqr pessos que esta passando por isso deve, sim, procurar ajuda de especialista. Bjs

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  4. Gab
    @

    É, concordo com a Fabi, esse é um assunto muito sério e que deve ser tratado com muito cuidado. Há muito tabu sobre a depressão, pior ainda quando é a pós-parto e a mãe é recriminada, julgada, reprovada. É preciso tratamento sim, e não é desculpa ou frescura: essa imagem tem que ser derrubada pois só aumenta o sofrimento das mulheres e, em consequência, da criança.

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