Baiana de corpo e alma e paulistana por opção. Jornalista, corredora, mãe de dois, esposa, escritora e influenciadora digital. Ligada no 220v, mas amante da preguiça, do vinho, de uma boa cozinha e de Wi-Fi. Viajante de carteirinha: por terra ou por ar, correndo ou pedalando, com os filhos ou sem eles. Mulher, mãe e dona das próprias vontades.

4 Comentários

  1. Cris Guimarães
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    Nossa cultura escravocrata, com a obrigação de famílias abastadas terem empregados gerou isso. Muito tem que mudar em nossa cultura. Parabéns pelo post!

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  2. Sam Samegui Shiraishi
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    Nanna, excelente sua contribuição! O “olhar acostumado”, infelizmente, não sobrevive apenas no Nordeste, embora me pareça, por seu texto e por relatos como os da Daniele Brito (do Balzaca Materna), que a situação é mais forte nesta região.
    Gostei porque, no encadeamento de suas ideias, você coloca a situação de um jeito que não temos como não seguir a linha de raciocínio cultural arragaida na Bahia. E até pensar que pode sair em conta “importar” meninas. Mas mesmo que pagássemos o valor justo (nem precisa ser os 2 mil reais que custa uma babá em Sampa, mas um salário digno, hora extra, benefícios) estaríamos tirando esta menina da escola e afetando seu desenvolvimento se ela ainda for uma adolescente.
    Tanto assunto, tantos caminhos para uma reflexão que deve ser mesmo coletiva, colaborativa e ter o apoio de cada um de nós, num mutirão para mudar esta realidade.
    É da nossa conta sim!

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  3. Silma Matos
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    Eu cheguei um dia a pensar que no sul era diferente,mas não é,a proporção é menor,mas aqui tbm acontece,eu sou de Belém-Pa,e lá tbm tinha e ainda tem essa cultura de trazer meninas dos interiores p/ cidade,ainda tem muito o que fazer p/ mudar essa realidade,e são com campanhas assim e hoje em dia tendo as redes sociais p/ expandir,acho que podemos de alguma forma contribuir p/ mudar ou melhorar essa situação.
    bjs
    É da nossa conta sim!

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  4. alessandra
    @

    Compreendo ! Mas temos que entender que nem tanto ao ceu nem tanto a terra . Venhamos e convenhamos que os adolescentes mudaram muito e nao foi para melhor nao .
    Minha adolescencia foi ajudar minha mae quando nao estava estudando , so brincava depois das tarefas de casa feita e hoje estou aqui com um orgulho enorme de ter uma educacao maravilhosa . Por conta das maes de hoje nao deixar ou colocar alguem para fazer tudo . estamos com os nossos jovens sem fazer nada , nada mesmo . entao vem computador , jogos telefones, tudo que nao nos nem sonha vamos . Sera que nao seria melhor darmos tarefas , fazer com que vicem que tudo se ganha com o trabalho . Tudo na dosagem certa faz bem .
    E essas meninas que so precisam de uma oportunidade com pessoas certas com a dosagem certa de educacao , tarefas , amor e atencao com certeza seria mais um orgulho na vida de pessoas que querem realmente ajudar . O que diferencia o veneno do antidoto e a dosagem .
    Pense nisso .

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