Baiana de corpo e alma e paulistana por opção. Jornalista, corredora, mãe de dois, esposa, escritora e influenciadora digital. Ligada no 220v, mas amante da preguiça, do vinho, de uma boa cozinha e de Wi-Fi. Viajante de carteirinha: por terra ou por ar, correndo ou pedalando, com os filhos ou sem eles. Mulher, mãe e dona das próprias vontades.

Um Comentário

  1. Tia Dadá
    agosto de 2011 @ 12:13

    Amei o texto, pena que tive que parar de ler para enxugar os olhos. Amo muito Gabriel e tenho muito orgulho de ser a Tia Dá dele. Fico feliz quando ele fica na “barra da minha saia” pedindo “Tia Dá, brinca comigo?” Como dizer não e deixar de realizar seus desejos? Mas tia também educa, ao ensinar o que é amor incondicional ou quando o vê em uma situação de conflito. Certa vez, Gabriel levou um tapa de uma outra criança e eu tinha certeza que ele iria revidar. Então, disse que ele deveria dizer que “não gostou” ao invés de agredir. Não é que deu certo e ele passou a agir dessa maneira?Obrigada Nan, por ter me dado um dos maiores presentes de minha vida.

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