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Cuidados com a asma!

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Após a super proveitosa conversa que tive, a convite da Boehringer Ingelheim,  com a Dra. Leticia Orsati, pediatra com especialidade em infectologia e emergência, cheguei em casa cheia de ideias para este post. Mas Deus ri dos meus planos de conseguir, enfim, ter a rotina de atualização do portal e eis que me deparo com o filho doente. Conversa sobre asma e alergia, filho em crise. Passado os dias de sufoco e pouco sono, venho falar deste assunto que tanto preocupa nos, mães.

O que é o quê

Bronquite e asma são diferentes, mas ambas merecem atenção. Bronquite é o termo genérico usado para a inflamação dos brônquios. E uma doença que, quando tratada, vai logo embora. Porém, explica a médica, mais do que três meses com episódios de bronquite, ou seja, com os brônquios inflamados, já pode ser chamado de asma.

A bronquiolite, por sua vez, é o primeiro episódio de chiado no peito da criança. Se assemelha muito ao quadro de que tem asma, diz Dra. Letícia, mas não pode ser chamada de asma porque eh causada por um vírus.

A asma

É uma doença crônica, que tem tratamento, mas ainda não tem cura. É quando o pulmão e as vias respiratórias estão mais sensíveis e fecham com rapidez. Então aquele espaço que o ar tinha para chegar no alvéolo é bloqueado. O fechamento dessa via respiratória resulta na falta de ar e no nosso desespero, certo?

A asma pode vir em períodos mais frequentes e depois melhorar, em alguns momentos, pode ter uma crise mais leve ou mais grave, depende do tipo de tratamento e de fatores  externos, como as alergias ou emocionais. Aliás, a maioria das asmas são mesmo alérgicas e cerca de 80% das crianças que tem asma sofrem com a renite também.

Fatores desencadeantes de asma:

– Queda do hormônio cortisol (que protege nosso corpo contra inflacamoes)

– Ácaros

– Poeira domiciliar

– Carpete

– Cortina

– Pó

– Tabagismo

– Bichos de pelúcia

– Poluição

Como tratar?

 Já que a asma não tem cura, o jeito é preparar o ambiente para que a criança não esteja tão exposta aos agentes desencadeantes. Mas também, já avisa a dra. Letícia, não dá pra por a criança na bolha, tem que deixar ter contato com o chão, com animais, e a tal vitamina S (de sujeira ;-)).

Falando de medicação, a cortisona é quem combate a inflamação, ou seja, é o agente que vai pelas nas vias respiratórias para que elas não se fechem e o ar não desapareça dos pulmões. Há quem prefira a medicação via xarope (que vai para o corpo inteiro, não tem uma ação local e acaba sendo indicado em casos mais leves), e existe também as bombinhas, que vai só para o pulmão e é o mais indicado no tratamento da asma. Vários estudos indicam, inclusive, que a bombinha é mais eficiente do que o remédio no soro, pois age mais rápido e de forma local.

No dia a dia da criança, pingar soro ou fazer inalação, sem a medicação, caso a criança não esteja doente, não tem problema algum. Porém, em alguns casos de crise, é preciso pingar uma medicação especifica para ser inalada junto ao soro fisiológico.

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Ahhh mas esses remédios disparam o coração do meu filhote!

Sim, disparam. Geralmente os bronco dilatadores (como o Berotec) tem uma ação que acaba acelerando o coração da criança. Mas a Dra. Letícia nos tranquiliza: às vezes é preciso usar esse tipo de medicação e, se bem administrado, não vai fazer mal à criança. Não é para se desesperar.

Aliás, quando vier esse medo é só pensar que aumentar um pouco os batimentos cardíacos da criança não vai prejudicá-la, porém deixa-la três minutos sem ar pode matá-la.

Lembrando, claro, que tudo deve ser acompanhado pelo médico.

Preste sempre atenção!

– Se a criança tosse apenas a noite ou pela manhã (às vezes tem uma asma camuflada que ainda não foi diagnosticada)

– O jeito que a criança toma mamadeira. Essa posição é importante, pois pode favorecer infecções inclusive a otite.

– Deixar que a criança tenha contatos externo, pois ela precisa de alguma forma ter contato com os vírus que circulam no nosso dia a dia

– Num episódio de gripe ou resfriado, o tempo médio de tosse de uma criança é de até 13 dias, mais do que isso é preciso investigar e partir para outro tratamento.

– Tudo que termina em ite eh inflamação. Em geral tem cura e passa. Se é um quadro que se prolonga por muito tempo pode ser, sim, asma.

– Levar a criança ao pediatra periodicamente e acompanhar a evolução do sistema respiratório. Ao sentir qualquer coisa estranha informar ao médico.

– Cheirar a boca da criança é uma estratégia de vó, mas que geralmente dá certo. Se a criança esta com cheiro estranho na boca, cheiro de catarro, é porque tem alguma coisa errada.

Para saber mais sobre doenças relacionadas à respiração, vale dar uma olhada fanpage Ajudar é o Melhor Remédio, da Boehringer Ingelheim. 😉

 

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Categories: SaúdeTags: asma, Boehringer Ingelheim, bombinha, bronquiolite, bronquite, falta de ar, inalador, respiração, saúde infantil

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