Eu nunca fui daquelas que fica esperando alguém fazer por mim. Você pode chamar de ansiedade, mas eu chamo de atitude. Quando pequena, fazia a mãe morrer de vergonha ao ligar na casa da amiga e falar: “fulana, posso dormir aí?” Hoje, já grandinha, se eu encasqueto vou lá e faço. Quem fica parado é poste, né?”
Algumas vezes a gente paga o pato de ser precipitada, toma fora do paquera porque chegou chegando ou bronca do patrão porque tomou as rédeas de algum projeto. Em outras, o que você faz se torna sucesso, referência e até necessidade.
(Clap, clap clap. O bom mesmo que quando dá certo!)
E eu sempre quis ir além da coluna semanal que fala com a mulher. Aliás, as colunas semanais para falar com mulher me inspirou a ir além. A fazer mais, a tornar possível, de alguma forma, usar o meu trabalho para transformar o papel da mulher no mundo. Seja dela com ela mesma ou com alguém.
Risco? Existe. Como tudo na vida. Podem não gostar do que eu escrevo, de patrocinador não chegar perto e do meu marido me chamar de louca.
Mas eu digo que você precisa tentar. Ir além das ideias, do imaginário, dos desejos e anseios. Tá, você pode estudar o mercado, consultar pessoas que confia, arrumar uma grana aqui ou ali e contar com ajuda.
Mas faça, vá além. O desejo de ver algo que você um dia imaginou se tornar realidade é recompensador. E faz você sentir um baita orgulho de você mesma.
Essa notícia Faça acontecer apareceu pela primeira vez no Momento Lifetime, do canal Lifetime Brasil


Nanna, isso mesmo! Dar o passo ao invés de esperar ser mandada. Faz toda a diferença entre comandar ou ser comandada, tomar as rédeas da vida ou deixar que as rédeas sejam comandadas por outra pessoa. Daí quando deixamos nas mãos de outras pessoas, perdemos a autonomia. Deixamos nas mãos do outro a autonomia.
bjs